terça-feira, 26 de setembro de 2023

 Bolsonaro e o bolsonarismo: uma ameaça à democracia



O Brasil vive um momento crítico em sua história. O país enfrenta uma grave crise sanitária, econômica, social e política, agravada pela atuação do presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores, que se mostram contrários aos valores e princípios democráticos.

Bolsonaro, desde que assumiu o poder em 2019, vem atacando constantemente as instituições, os direitos humanos, a imprensa, a ciência, a história e a cultura.

Suas declarações e ações revelam um desprezo pela Constituição, pelo Estado de Direito, pelo pluralismo, pela tolerância e pelo diálogo.

O bolsonarismo, como é chamado o movimento que apoia o presidente, segue uma ideologia autoritária, violenta, negacionista e antidemocrática.

Os bolsonaristas defendem o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, a intervenção militar, o retorno da ditadura, a censura, a perseguição aos opositores, a discriminação às minorias e o desrespeito ao meio ambiente.

O bolsonarismo representa uma ameaça à democracia brasileira, conquistada com muita luta e sacrifício após 21 anos de regime militar.

O bolsonarismo coloca em risco a liberdade, a igualdade, a diversidade, a participação, a transparência e a accountability que são essenciais para uma sociedade democrática.

O bolsonarismo não pode prevalecer. É preciso resistir e defender a democracia. É preciso denunciar e combater as violações aos direitos humanos e às normas constitucionais. É preciso fortalecer as instituições, os movimentos sociais, a imprensa livre, a educação crítica e a cultura popular.

O bolsonarismo é um retrocesso histórico. A democracia é um avanço civilizatório. Não podemos permitir que o Brasil volte ao passado de opressão e obscurantismo. Precisamos construir um futuro de justiça e progresso.

Compartilhe este post com seus amigos e familiares. Juntos somos mais fortes. Juntos pela democracia!


 As mentiras do general Heleno na CPI dos Atos Golpistas


O general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo Bolsonaro, depôs na CPI dos Atos Golpistas no dia 26 de setembro de 2023. 

Ele foi convocado para esclarecer seu envolvimento nos atos antidemocráticos que ocorreram no dia 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores de Bolsonaro invadiram o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) após a derrota nas eleições presidenciais.

No entanto, em vez de colaborar com as investigações, o general Heleno se mostrou arrogante, agressivo e mentiroso. 

Ele negou qualquer participação nos atos golpistas, xingou a relatora da CPI, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), e se recusou a responder a várias perguntas dos parlamentares. Ele também tentou desqualificar as provas e as testemunhas que o incriminam.

Veja a seguir algumas das mentiras que o general Heleno disse na CPI:


Essas são apenas algumas das mentiras que o general Heleno disse na CPI dos Atos Golpistas. 


Ele demonstrou falta de respeito pela democracia, pela verdade e pelo Parlamento. Ele também mostrou sua fidelidade cega a Bolsonaro, mesmo diante das evidências de sua participação nos atos golpistas. 


O general Heleno é mais um exemplo da cumplicidade dos militares com o projeto autoritário de Bolsonaro. 


Ele deve ser responsabilizado pelos seus crimes contra a Constituição e a soberania nacional.



 Acusado de apologia ao crime, Bolsonaro enfrenta processo por declaração sobre estupro em 2014 e alega ser vítima de perseguição

Jair Bolsonaro (PL), ex-chefe do Executivo, ataca a Justiça do DF por torná-lo réu por apologia ao crime. Ele afirmou em 2014 que não cometeria estupro contra a parlamentar Maria do Rosário (PT-RS) por ela ser “muito feia”.


Bolsonaro se diz perseguido politicamente após virar réu por declaração sobre estupro. Ele alegou que se defendeu de um insulto em 2014, quando afirmou que não estupraria a deputada Maria do Rosário por ela ser “muito feia”. 


A denúncia foi aceita pela Justiça do DF neste mês, após ser enviada pela PGR em 2014 e pelo MPDFT neste ano.


Juiz de Brasília aceita denúncia contra Bolsonaro sem julgar o caso. 


Ele afirmou que o processo atende a todos os requisitos para “regularizar o registro do recebimento da denúncia”. Bolsonaro é acusado de incitar ao estupro em 2014.


Bolsonaro enfrenta processo antigo por declaração sobre estupro. A ação foi iniciada em 2016, mas ficou paralisada quando ele se tornou presidente, em 2019. A Constituição proíbe que o chefe do Executivo, no exercício do cargo, responda por atos anteriores à função.


STF manda processo contra Bolsonaro voltar à Justiça do DF em junho deste ano. Ele reconheceu que não tinha mais competência para julgar o caso. Bolsonaro é acusado de incitar ao estupro em 2014.


Justiça arquiva ação por injúria contra Bolsonaro em julho. Ele ofendeu Maria do Rosário na mesma discussão em que fez declaração sobre estupro. O juiz entendeu que o caso já prescreveu. Os processos são distintos, pois injúria é crime contra a honra, e incitação ao estupro, crime previsto no Código Penal.


O QUE ACONTECEU

Bolsonaro, quando era deputado federal em 2014, disse na Câmara que Maria do Rosário não merecia ser estuprada porque, segundo ele, ela era “muito feia” e “não faz” seu “tipo”. Bolsonaro foi condenado a pagar R$ 10 mil à petista em 2017, mas recorreu. O caso continua em tramitação.


A opinião pública sobre essa declaração de Bolsonaro é majoritariamente negativa, segundo as fontes na web. 


Muitas pessoas consideram que Bolsonaro fez um elogio ao crime de estupro e que ele desrespeitou a deputada Maria do Rosário e todas as mulheres. Alguns exemplos de críticas são:


Por outro lado, Bolsonaro se defendeu dizendo que foi insultado pela deputada Maria do Rosário, que o chamou de estuprador, e que ele apenas se retrucou.


 Ele também disse que é perseguido politicamente e que defende punições mais severas para quem cometa crimes de estupro. No entanto, esses argumentos não parecem convencer a maioria da opinião pública, que repudia sua conduta.




sexta-feira, 22 de setembro de 2023

 

A Violência, a Lavagem Cerebral e a Falta de Sanidade: Reflexões sobre os Bolsominions



No cenário político brasileiro dos últimos anos, não é difícil encontrar publicações acaloradas e paixões fervorosas. Entre os protagonistas dessa polarização estão os chamados "Bolsominions", um termo usado para descrever os apoiadores ferrenhos do ex-presidente Jair Bolsonaro. Neste artigo, abordamos questões sobre o envolvimento desse grupo, tais como a violência, a lavagem cerebral e a falta de sanidade que, infelizmente, parecem cada vez mais presentes.

 

 Um Espelho de Líderes e Seguidores

 

A primeira questão a ser discutida é a relação entre a retórica violenta do ex-presidente Jair Bolsonaro e a violência real que ocorreu no Brasil.

É crucial observar como a violência retórica de líderes políticos pode influenciar seus seguidores.

 

Quando a Razão Cede ao Fanatismo

 

Outro aspecto preocupante é a lavagem cerebral que alguns bolsos parecem ter sofrido. A lavagem cerebral ocorre quando uma pessoa é exposta a uma narrativa única e tendenciosa de forma repetitiva, de modo a moldar sua perspectiva e eliminar o pensamento crítico. No caso dos Bolsominions, muitos deles parecem incapazes de questionar as ações ou palavras do ex-presidente, mesmo quando essas são claramente competitivas ao país.

 

Esse fenômeno é amplamente visível nas redes sociais, onde a disseminação de desinformação e teorias da conspiração é comum entre os seguidores de Bolsonaro. A fé inabalável em seu líder muitas vezes os leva a ignorar fatos e evidências comprovadas, criando uma bolha de realidade alternativa na qual a única verdade é a que Bolsonaro diz. Essa postura pode ter consequências graves para a democracia, a saúde pública e o meio ambiente no Brasil .


Quando a Política se Torna uma Religião

 

Para alguns Bolsominions, a devoção ao ex-presidente ultrapassa os limites da sanidade política. Eles não apenas o apoiam, mas o idolatram como se ele fosse um salvador messiânico. Isso cria um ambiente tóxico em que qualquer crítica ao líder é vista como blasfêmia, e qualquer divergência é tratada com hostilidade.

Essa falta de sanidade política torna difícil o debate construtivo e a busca por soluções reais para os problemas do país. Em vez disso, temos uma polarização cada vez mais profunda, com Bolsominions e opositores se tratando como inimigos irreconciliáveis.

 

O Desafio da Reconciliação

 

É crucial lembrar que nem todos os apoiadores de Bolsonaro se encaixam nesse estereótipo do Bolsominion. No entanto, é inegável que a violência retórica, a lavagem cerebral e a falta de sanidade política são questões preocupantes em alguns segmentos desse grupo.

 

Para superar essa divisão e construir uma sociedade mais justa e democrática, é fundamental buscar o diálogo e a compreensão mútua. Condenar todos os apoiadores de Bolsonaro de forma indiscriminada não é produtivo. Em vez disso, devemos focar em educar, promover o pensamento crítico e combater a desinformação, a fim de restaurar a sanidade política e o respeito mútuo em nossa sociedade. Só assim poderemos avançar como nação, deixando para trás a violência e a polarização que tanto nos afligem.

 Equipe jurídica de Bolsonaro busca mecanismo legal para contestar STF sobre divulgação da delação de Cid

Defensores do ex-mandatário negam que tenham planejado confrontar o tenente-coronel Mauro Cid


O ex-mandatário Jair Bolsonaro (PL) e sua equipe jurídica buscam mecanismo legal para contestar o Supremo Tribunal Federal (STF) pela divulgação de trechos da delação premiada do ex-auxiliar de ordens do ex-presidente, o tenente-coronel Mauro Cid.


A defesa alega que o conteúdo da colaboração premiada de Cid com a Polícia Federal (PF) deveria ser mantido em segredo, mas partes dos depoimentos têm sido veiculadas pela mídia nos últimos dias.


O ex-auxiliar de ordens do ex-presidente revelou à PF que Bolsonaro se encontrou com os chefes das Forças Armadas para planejar um golpe de Estado para permanecer no poder.


O almirante Almir Garnier, que era o comandante da Marinha na época, teria apoiado a ideia de um golpe de Estado, enquanto que o comandante do Exército teria se oposto ao plano.

A reunião teria acontecido quando Bolsonaro ainda ocupava a presidência, depois das eleições do ano passado. A informação, que foi publicada inicialmente pelo UOL e pelo jornal O Globo, foi corroborada pela CNN.


No entanto, os defensores de Bolsonaro não querem entrar em conflito com o ex-auxiliar de ordens e garantem que nunca pensaram em atacar Cid.

Em recente entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Bolsonaro tratou o antigo colaborador como um “filho” e disse que ele é “honesto e não mentirá”.

Nos bastidores, pessoas próximas ao ex-mandatário reiteram que não há razão para duvidar de Cid, que sempre foi fiel e que se limitará aos fatos.

Ao assinar o acordo de delação premiada com a Polícia Federal, Cid fica à disposição para dar novos depoimentos. Ou seja, pode continuar fornecendo mais informações sobre todas as investigações que envolvem o ex-presidente.


Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro já tinham protestado contra o vazamento para a mídia. Na sexta-feira (15), os defensores entraram com um recurso para ter acesso ao depoimento do ex-auxiliar de ordens do ex-presidente, tenente-coronel Mauro Cid, à Polícia Federal no dia 31 de agosto.

Os defensores tentam anular a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que impediu no dia 11 a liberação das informações dadas por Cid por causa do acordo de colaboração premiada feito pelo militar.

As afirmações do tenente-coronel foram dadas no inquérito que apura o suposto esquema de venda ilegal de joias recebidas pelo ex-ocupante do Palácio do Planalto durante viagens oficiais.

No agravo regimental, a defesa sustenta que o acordo de delação foi firmado após o depoimento dado por Cid. Os advogados alegam ainda que a mídia tem tido acesso a partes da delação feita por Cid com Polícia Federal antes mesmo da defesa.

“Essa disparidade, longe de parecer mero acaso, expõe de maneira preocupante a realidade de um sistema legal vulnerável a manipulações e tendências, ao passo que a defesa se vê forçada a repetidamente argumentar em busca de acesso completo aos autos.”



quarta-feira, 20 de setembro de 2023

 Lula e Biden unem forças por mais direitos e sindicatos fortes no trabalho.

Lula propõe ‘revolução’ no trabalho digital e se alia a Biden contra precarização. Líderes dos dois países se encontram e anunciam medidas conjuntas nesta quarta.



Lula propõe ‘revolução’ no trabalho digital e se alia a Biden contra precarização.


Líderes dos dois países se encontram e anunciam medidas conjuntas nesta quarta.


Lula e Biden se encontram em NY e defendem sindicatos e trabalho digital.


O presidente do Brasil disse que sindicato ‘fraco’ é ruim para os negócios e o país.


Ele se reuniu com o líder dos EUA e o chefe da OIT nesta quarta.


"Não há democracia sem sindicato forte. Porque o sindicato é efetivamente quem fala pelo trabalhador para tentar defender os seus direitos", disse o presidente brasileiro.


Biden e Lula se unem por direitos e trabalho digital.

Os presidentes dos EUA e do Brasil assinaram um documento para melhorar as condições dos trabalhadores.


Eles também falaram sobre uma política de trabalho ‘decente’ para quem usa plataformas digitais e inteligência artificial.


"Instalamos uma mesa de negociação, governo e empresários. Essa mesa de negociação está para construir não apenas uma perspectiva de empregos decentes em função das plataformas que oferecem serviços precários. Mas também porque queremos criar, quem sabe, um novo marco de funcionamento na relação entre capital e trabalho. Uma relação do Século 21, civilizada"', afirmou Lula.


Brasil e EUA se juntam por empregos com direitos e proteção aos trabalhadores digitais.


Os dois países querem incentivar a criação de vagas com garantias trabalhistas e defender quem usa apps de transporte e entrega.


Alguns dos objetivos:


- Buscar parceiros do setor privado para criar empregos dignos nas principais cadeias de produção, combater a discriminação e promover a diversidade;


- Ampliar o conhecimento sobre direitos trabalhistas;

Capacitar trabalhadores e proteger direitos de quem trabalha por meio de plataformas digitais;

- Garantir que a transição energética ofereça empregos que não sejam precários;


- Apoiar e coordenar programas de cooperação técnica relacionados ao trabalho;


- Aumentar a importância dos trabalhadores em organismos como G20 e nas conferências do clima (COP 28 e COP 30).


"Hoje, os Estados Unidos e o Brasil anunciam o lançamento da nossa iniciativa global conjunta para elevar o papel central e crítico que os trabalhadores e trabalhadoras desempenham num mundo sustentável, democrático, equitativo e pacífico", diz o documento "Parceria pelos Direitos dos Trabalhadores e Trabalhadoras".


Brasil e EUA se comprometem a combater desigualdade e garantir direitos no trabalho.


Os dois países afirmam que o trabalho digno é essencial para o desenvolvimento sustentável da ONU.


"Também estamos preocupados e atentos aos efeitos no trabalho da digitalização das economias e do uso profissional da inteligência artificial no mundo do trabalho", declararam Brasil e Estados Unidos.


Lula quer pacto mundial pelo trabalho e direitos dos trabalhadores.


O presidente do Brasil disse que vai levar o tema para os fóruns internacionais que o país participa.


sexta-feira, 15 de setembro de 2023


O medo dos bolsonaristas: como a Operação Lesa Pátria abalou os apoiadores do presidente.


A Operação Lesa Pátria, deflagrada pela Polícia Federal em 19 de agosto, tem causado pânico entre os bolsonaristas que participaram, financiaram ou incentivaram os atos criminosos contra os três poderes, ocorridos em 8 de janeiro, em Brasília. 

Na ocasião, um grupo de manifestantes invadiu o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, promovendo violência e depredação.

A operação visa identificar e prender os responsáveis por esses atos, que são considerados tentativas de subversão violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bens especialmente protegidos. 

A operação conta com o apoio da Interpol, que emitiu alertas vermelhos para a captura dos foragidos.

Até o momento, quatro dos oito procurados na primeira fase da operação foram presos. São eles:

  • Wellington Macedo de Souza, blogueiro e jornalista do Ceará, que participou de uma tentativa de explosão no Aeroporto de Brasília em dezembro do ano passado. Ele foi condenado a mais de seis anos de prisão e fugiu do país em janeiro deste ano. Ele foi preso no Paraguai junto com outros dois bolsonaristas.

  • Maxcione Pitangui de Abreu, radialista do Espírito Santo, que se mudou para o Paraguai após ter mandado de prisão expedido pelo STF. Ele é acusado de envolvimento nos atos antidemocráticos e de incitar a violência contra as instituições.

  • Rieny Munhoz Marcula Teixeira, empresária de São Paulo, que também é foragida da PF pelos atos antidemocráticos. Ela é suspeita de financiar os manifestantes e de integrar uma organização criminosa.

  • Carlos Eduardo Bon Caetano, servidor público do IML do Rio de Janeiro, que foi preso em sua residência. Ele é acusado de participar dos atos violentos e de portar armas ilegais.

Os quatro presos foram transferidos para Brasília e levados para o Complexo Penitenciário da Papuda. 

Eles devem responder pelos crimes que cometeram e podem pegar até 17 anos de prisão.

A Operação Lesa Pátria ainda está em andamento e busca outros quatro bolsonaristas que estão na lista da Interpol. São eles:

  • Oswaldo Eustáquio Filho, blogueiro e ex-assessor do Ministério dos Direitos Humanos. Ele é acusado de liderar os atos antidemocráticos e de incitar a violência contra as autoridades. Ele teria fugido para a Venezuela.

  • Salomão Vieira de Jesus, empresário do Paraná. Ele é suspeito de financiar os manifestantes e de integrar uma organização criminosa. Ele teria se escondido na Bolívia.

  • Ana Carolina Guardieri, médica veterinária do Paraná. Ela é acusada de participar dos atos violentos e de portar armas ilegais. Ela teria se refugiado na Argentina.

  • Alessandra Faria Rondon, administradora do Mato Grosso do Sul. Ela é suspeita de envolvimento nos atos antidemocráticos e de incitar a violência contra as instituições. Ela teria se mudado para o Uruguai.

A Operação Lesa Pátria tem mostrado que os bolsonaristas não estão acima da lei e que devem responder pelos seus atos. 

A operação também tem revelado as conexões internacionais dos apoiadores do presidente, que tentam escapar da justiça brasileira se escondendo em países vizinhos. 

A operação tem contado com a colaboração das autoridades desses países, que não aceitam abrigar criminosos em seus territórios.

A Operação Lesa Pátria é um exemplo de como as instituições democráticas estão funcionando e reagindo aos ataques dos bolsonaristas. 

A operação é um recado claro de que a democracia não será ameaçada por grupos radicais e violentos, que querem impor sua vontade pela força. 

A operação é uma forma de defender a Constituição, a ordem e a paz social.

 Emilia Pessoa anuncia que vai disputar em Caucaia e ataca Vitor Valim: “Sem capacidade”

EmIIia foi vereadora e concorreu à prefeitura de Caucaia em 2020. Depois, foi secretária de Valim e se tornou deputada estadual, em 2022.



A deputada estadual Emilia Pessoa (PSDB) anunciou, nesta quinta-feira, 14, que vai disputar a Prefeitura de Caucaia, nas eleições de 2024. 

A parlamentar também fez críticas à gestão atual, do prefeito Vitor Valim (PSB), acusando-o de “descaso” com a cidade.Emilia foi vereadora e concorreu à prefeitura de Caucaia em 2020, ficando em terceiro lugar naquela eleição, com mais de 32 mil votos. 

Ela também foi secretária de Educação e de Governo na administração Valim. Depois, se tornou deputada estadual, em 2022. 

Em conversa com O POVO nos bastidores da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), a parlamentar falou sobre o cenário político do município e revelou suas intenções.


“A gente tem conversado com as pessoas, tem escutado. Se for da vontade de Deus, nós estaremos nesse próximo cenário (eleitoral), sim”, disse a deputada.


“Eu acho que é um cenário bem propício para que chegue a vez da filha, da mulher e dessa paixão que tenho pela cidade que nasci e moro juntamente com minha família. Hoje sou pré-candidata a prefeita”, confirmou.


Emilia apontou como prioridades ações integradas em áreas como educação e segurança. 

“Caucaia tem enfrentado um sistema difícil na educação, que acho ser a base principal. A questão da criminalidade, que tem aumentado. Acho que tem que se investir na formação desses jovens. Uma segurança não só punitiva, mas que abre oportunidades. Hoje Caucaia tem problemas, é uma cidade grande e complexa, mas também descuidada pela gestão atual”.


A deputada afirma também que esses são fatores que precisam de atenção urgente. 

“Já que a gente não tem um prefeito decente para isso, com capacidade para administrar a cidade, que é linda, tem turismo, serra, praia e sertão ao mesmo tempo. Que a gente comece a ser voz dessas pessoas e comece a cobrar nossos direitos. Nossos porque me incluo também como cidadã, moradora e eleitora de Caucaia”.


Emilia tem acompanhado algumas agendas com o governador Elmano de Freitas (PT), como entregas de cozinhas solidárias e outras ações. Porém, Elmano declarou recentemente que apoiaria Valim para uma possível reeleição. 

Perguntada sobre como conciliar essa relação, ou se na hora da eleição, cada um iria para seu lado, a deputada foi clara ao separar a política partidária das ações que beneficiam a população.

“Todas as pautas positivas do governo, eu me sinto parte delas porque eu voto. Aquilo que eu acredito e voto, eu me sinto inserida nesse processo, como o (Programa) Ceará sem fome, a redução das filas de cirurgias. Nisso eu não tenho nenhum tipo de constrangimento. A política tem que ser um pouco mais leve, menos partidária. Porque é um lado sim e outro não? Não é isso. Há uma convergência e oportunidade de diálogo e sou aberta a isso. Eu tenho meu posicionamento e procuro muito ouvir quem mais precisa”.



Apoiadores de Bolsonaro detidos pela Interpol no Paraguai chegam a Brasília

Recusa asilo permanente e envia trio para Brasília


Max Pitangui, Rieny Munhoz e Wellington Macedo foram presos 

Na tarde de hoje, três apoiadores de Bolsonaro que estavam detidos no Paraguai chegaram a Brasília.

Eles vieram de Foz do Iguaçu (PR) em um avião que pousou na capital federal por volta das 15h30. Em seguida, eles foram encaminhados para o Complexo da Papuda.

Os três presos são: Wellington Macedo, que tentou explodir uma bomba no aeroporto de Brasília, na véspera do Natal de 2022; Max Pitangui, que fugiu para o Paraguai depois de ser procurado pelo STF; Rieny Munhoz, que também era alvo da PF por participar de atos antidemocráticos.

Os investigados foram convocados para ir ao Conare nesta quinta-feira para discutir o pedido de refúgio no Paraguai.

O Conare é o órgão que decide sobre os pedidos de refúgio no país. Quando saíram do local, os três foram detidos.

A CNN descobriu que policiais dos dois países tentaram capturar também Oswaldo Eustáquio e Salomão Vieira de Jesus, mas eles não foram encontrados.

Salomão de Jesus não compareceu ao Conare porque estaria doente. Oswaldo Eustáquio estaria na Isla Margarita, um lugar de difícil acesso.

A defesa dos investigados não foi contatada pela reportagem.

quinta-feira, 14 de setembro de 2023

Ovnis não têm relação com alienígenas, afirma relatório da Nasa…

Ainda há chance de existir vida fora da Terra, diz a Nasa; diretor promete continuar as investigações…

A Nasa designou um diretor para fazer pesquisas sobre fenômenos estranhos não identificados, disse o diretor da agência espacial, Bill Nelson…


A Nasa anunciou nesta quinta-feira (14.set.2023) um relatório que afirma não ter provas de que UAPs (fenômenos anômalos não identificados, na sigla em inglês) sejam alienígenas. O relatório é resultado do trabalho de um grupo independente de 16 especialistas convidados pela agência, que iniciaram as pesquisas em maio de 2022.

UAP é a sigla em inglês para fenômenos anômalos não identificados, que a Nasa, agência espacial dos EUA, usa para se referir a “eventos no céu que não podem ser identificados” como aviões ou fenômenos naturais conhecidos pela ciência...

De acordo com a agência dos Estados Unidos, existem poucas evidências de qualidade sobre objetos voadores não identificados, o que dificulta fazer análises científicas sobre o que eles são...

Segundo o documento, a inteligência artificial e o aprendizado de máquina são “instrumentos fundamentais para detectar eventos raros, inclusive UAPs”. Porém, o relatório diz que as tecnologias só funcionam bem com “dados bem detalhados obtidos seguindo padrões rigorosos”.

O estudo diz também que a Nasa vai buscar formas de permitir a colaboração da sociedade na coleta de dados sobre os fenômenos por meio de aplicativos para celulares e sensores portáteis.

Os especialistas também comentaram sobre os obstáculos para coletar dados de UAPs como, por exemplo, a visão negativa sobre o tema. “A participação da Nasa [nas pesquisas] terá um papel importante para diminuir o estigma negativo ligado a relatórios sobre UAPs […]. O apoio popular de longa data à Nasa é essencial para desestigmatizar os relatórios”, afirma o grupo norte-americano.

Em declaração a jornalistas, o chefe da Nasa, Bill Nelson, disse que a agência escolheu um diretor para desenvolver e executar pesquisas sobre UAPs. “Usaremos nossos conhecimentos para trabalhar com outras agências federais para examinarmos UAPs. Usaremos IA e aprendizado de máquina para investigar anomalias aéreas”, falou. 

Porém, não foi revelado o nome do novo diretor ou o valor que será investido nos estudos.

No dia 2 de setembro, o Departamento de Defesa dos EUA criou um site para divulgação de informações públicas sobre ovnis. Em comunicado, o Pentágono declarou estar “comprometido com a transparência e com o povo norte-americano”.

AUDIÊNCIA NO CONGRESSO Em uma sessão pública do Congresso dos EUA em 26 de julho, o ex-oficial de inteligência da Força Aérea dos Estados Unidos David Grusch afirmou que o governo norte-americano possui ovnis (objetos voadores não identificados) de origem extraterrestre ou desconhecida e que material “não-humano” foi coletado…

A finalidade da sessão é investigar ovnis e fenômenos aéreos não identificados (UAP, sigla em inglês para Unidentified Aerial Phenomena). Grusch é considerado a principal testemunha no caso. Além dele, a comissão também escutou Ryan Graves, ex-piloto da Marinha, e David Fravor, comandante reformado da Marinha…

Graves afirmou ter visto fenômenos aéreos não identificados na costa leste dos Estados Unidos “todos os dias por vários anos” e que o “céu está repleto de ovnis” enquanto eles falavam em sessão pública. Fravor contou sobre a vez em que disse ter avistado um ovni durante treinamento em 2004. 

Disse que o objeto não identificado “era muito superior a qualquer coisa que tínhamos na época, temos hoje ou pretendemos criar nos próximos 10 anos”…


 Aécio Pereira: A primeira pessoa a ser condenada pelo STF por envolvimento no golpe de 8 de janeiro.


Aécio, que era da Sabesp e chefiava um edifício em Diadema, se envolveu em várias confusões com moradores, algumas por motivos políticos. Ele pegou 17 anos de cadeia, multa de 100 dias e R$ 30 milhões por ofender a sociedade.




Aécio Lúcio Costa Pereira, ex-funcionário da Sabesp, foi o primeiro réu julgado e condenado nesta quinta-feira (14) pelo STF, pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. Ele recebeu a sentença do Supremo por cometer os cinco crimes apontados pela denúncia da PGR.

 

Aécio pegou 17 anos de cadeia por destruir, queimar e vandalizar o patrimônio público do Congresso Nacional, por tentar acabar com a democracia no país, por participar de um golpe contra o Estado e por fazer parte de uma quadrilha criminosa. A maioria dos ministros do STF, 8 contra 3, votou pela condenação pelos cinco crimes.

 

O ministro Alexandre de Moraes, que foi o relator do caso, determinou uma pena total de 17 anos de cadeia, multa de 100 dias e R$ 30 milhões por ofender a sociedade, que foi seguida pela maioria.


  Bolsonaro e o bolsonarismo: uma ameaça à democracia O Brasil vive um momento crítico em sua história. O país enfrenta uma grave crise sani...